As montadoras querem provar de uma vez por todas que o futuro com carros elétricos não precisa ser chato e nem devagar, como muitos fãs dos carros movidos à combustão ainda pensam: a Tesla tem seu Ludicrous Mode, a Faraday Future participou de um dos eventos mais tradicionais do automobilismo e até a organização das 24 Horas de Le Mans quer mais envolvimento dos elétricos.

Mas, no mundo real, com carros mais “acessíveis”, como a coisa funciona? Os caras do canal The Fast Lane Car resolveram tirar a prova e colocaram um Volkswagen Golf GTI 2017 para tirar um rachinha esperto com um Chevrolet Bolt.

Enquanto o lendário compacto alemão – que, vale apontar, me proporcionou uma das melhores experiências de direção que tive na minha vida – vem com um motor 2.0 turbo e 210 cavalos embebidos na boa e velha gasolina e acelera de 0 a 100 km/h em aproximadamente 6 segundos, o pequeno Bolt conta com um propulsor elétrico que gera o equivalente a 200 cavalos eletrificados, alcança os mesmos 100 km/h em 6,5 segundos e pesa cerca de 130 kg a mais que o Golf.

No papel, a glória dos dinossauros em forma líquida reina, certo? Pois bem, na prática a coisa é um pouquinho diferente, como você pode conferir no vídeo abaixo:

Como dá para notar, o torque instantâneo do motor elétrico faz toda a diferença no comparativo e faz com que o compacto da Chevrolet vença de forma bem clara duas das três arrancadas feitas. As aparências enganam, de fato.

Vale lembrar que o Bolt é a principal arma da General Motors para enfrentar o Tesla Model 3, que deve chegar já no fim do ano a um valor relativamente competitivo de US$ 35 mil. A gigante da indústria automotiva, inclusive, já mostrou que pode produzir o Bolt não apenas elétrico, mas também autônomo em escala.

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