Itens raros possuem o que comumente se chama de “valor agregado”. Significa que, mesmo por não possuir um processador de última geração ou uma central inteligente de comandos, certo objeto pode custar milhões quando submetido aos cuidados do tempo.

E que os aficionados pela história do automobilismo de todo o mundo preparem os bolsos. Acontece que um exemplar das 250 unidades produzidas em 1962 do Ferrari 250 GTO está prestes a ser vendido em um leilão. O preço estimado? Nada menos que US$ 75 milhões (cerca de R$ 170 milhões).

A estimativa foi feita pelo site especializado em automóveis clássicos Hagerty Group – em outubro de 2013, vale lembrar, uma Ferrari 250 GTO de 1963 foi vendida por US$ 52 milhões. O preço esperado para a comercialização do carro de corrida faz, assim, bastante sentido.

A história de um clássico

Apenas 250 unidades da Ferrari 250 GTO foram fabricadas em 1962. A companhia produziu tais veículos com a intenção de usá-los em corridas. O carro que será vendido e que poderá se tornar o automóvel mais caro da história teve apenas quatro donos.

Sob o número de chassi 3851GT, o veículo foi vendido pela primeira vez há 49 anos. Produzido especialmente para ser entregue às firmes mãos do piloto Jo Schlesser, o carro disputou a corrida de “Tour de France Automobile” no ano de seu nascimento, em 1962.

Com motor V12 e 300 cavalos de potência (saiba o que esta unidade de medida significa por aqui), a Ferrari 250 GTO é considerada um dos modelos mais icônicos da história do automobilismo mundial – o “O” de “GTO”, importante mencionar, vem do padrão “Omologato” e categoriza o veículo como certificado para determinadas especificações exigidas por corridas.

Mais informações acerca do leilão, que será realizado em outubro deste ano na Califórnia (EUA) durante a Monterey 2014, podem ser conferidas por meio destes links (12 e 3).

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