Após rumores de que estaria prestes a ser lançado, a terceira geração do YotaPhone finalmente foi revelada na China e vai tentar, mais uma vez, emplacar um celular com duas telas. Para quem não lembra, a Yota – fabricante russa de smartphones – ficou conhecida por ter lançado dois dispositivos com duas telas: uma normal na parte da frente, como em outros aparelhos, e uma feita de e-ink (igual as telas do Kindle)  na traseira.

A ideia é que o usuário utilize a segunda tela para leitura, o que pode economizar muito a bateria do Yota3

As novas especificações do Yota3 fazem dele um bom intermediário, com processador octa-core Snapdragon 625 da Qualcomm, 4 GB de memória RAM, câmera de 12 megapixels, sensor biométrico e bateria de 3,3 mil mAh. O conector do aparelho é USB Type-C e não há entrada P2 para fone de ouvido, sendo necessário o uso de um adaptador.

Sua tela frontal é uma AMOLED da Samsung de 5,5 polegadas com resolução de 1080p e o visor traseiro tem 5,2 polegadas e 720p de resolução com tecnologia E Ink Carta II. A ideia é que o usuário utilize a segunda tela para leitura, o que pode economizar muito a bateria do Yota3, além de proporcionar uma experiência muito mais confortável para a vista na hora de ler.

Um celular preto

Três opções

São três versões do Yota3 disponíveis para os consumidores: as duas mais simples só têm como diferença o espaço de armazenamento interno, uma com 64 GB e outra com 128 GB, custando, respectivamente, 3.699 yuan e 4.299 yuan, ou R$ 1.760 e R$ 2.046. Um modelo especial também está sendo comercializando, com 64 GB de armazenamento e corpo de aço inoxidável 316L (as outras versões são de alumínio).

Quem já leu “O Hobbit”, de J.R.R. Tolkien, deve lembrar de um ditado falado pelo pai do protagonista Bilbo Bolseiro: “A terceira vez vale por todas”. Será que isso serve também para o novo smartphone da YotaPhone finalmente cair no gosto dos consumidores?

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