(Fonte da imagem: Reprodução/NSA)

Recentemente, um escândalo sobre privacidade começou a circular nos Estados Unidos e tomou conta de todo o mundo. Informações de ex-agentes da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos afirmavam que várias empresas de tecnologia dariam acesso direto de todas as ações dos consumidores para o governo norte-americano. Isso faria parte de um projeto conhecido como PRISM.

Isso incluiria Facebook, Apple, Google e diversas outras empresas, inclusive operadoras de telefonia móvel. Mas a Apple voltou a público para revelar que, apesar de colaborar com a Agência de Segurança, não entrega os dados dos usuários diretamente. Isso acontece porque a empresa de Cupertino só cede dados de seus consumidores quando há uma determinação judicial expressa.

Entre dezembro do ano passado e maio deste ano, a Apple teria recebido entre 4 e 5 mil pedidos de quebra de sigilo por parte da justiça dos Estados Unidos, sendo que menos de 10 mil aparelhos ou contas tiveram informações cedidas. A maior parte das requisições da justiça é relacionada à localização de crianças desaparecidas, pessoas com Mal de Alzheimer, aparelhos roubados e prevenção de suicídio.

No mesmo documento oficial em que a Apple disse as informações acima, ela também revelou que aplicativos como o iMessage e o FaceTime são completamente seguros e não há como os dados trocados por eles serem decriptados por pessoas não autorizadas. Por essas razões, os consumidores que possuem aparelhos da Apple estariam com o sigilo de seus dados assegurado em relação ao PRISM.

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