(Fonte da imagem: Divulgação/Apple)

Ontem, o grupo hacker AntiSec afirmou que teria invadido um computador do FBI e, com isso, obtido acesso a uma série de informações referentes aos UDIDs da Apple. Isso significa que os “Unique Device Identifiers” (Identificador Único dos Dispositivos, que serve como um número serial dos portáteis da Apple) poderiam ser acessados por qualquer pessoa que encontrasse a lista divulgada.

Mas será realmente necessário se preocupar com isso? Antes de responder essa questão, precisamos pensar para que servem os UDIDs e que tipo de informações eles carregam. Funcionando como um serial, é por ele que a Apple consegue identificar se algum aplicativo está instalado em seu dispositivo, por exemplo.

Isso também é usado para o cruzamento de informações na criação de anúncios direcionados e até mesmo na hora em que novos aplicativos são recomendados aos consumidores – havendo, inclusive, uma diferenciação de interesses para cada plataforma. Por outro lado, o UDID não pode carregar endereços de email e senhas salvas, o que garante que contas não podem ser invadidas com a identificação.

Por essas razões, não é preciso ficar preocupado com a suposta invasão de ontem. Afinal de contas, ainda não foi nada confirmado sobre ela e sobre o vazamento de informações. O problema é que, caso novas provas do ataque surjam, a Apple e o FBI terão que explicar por que as informações dos clientes da empresa de Cupertino estavam nos computadores dos federais norte-americanos.

Fonte: Gizmodo

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