O site mais popular para compartilhamento de vídeos pode não ser tão poderoso quanto você imagina. De acordo com o The Wall Street Journal, o YouTube terminou de fechar as contas de 2014 com uma má notícia: apesar de ter gerado uma receita de US$ 4 bilhões, o dinheiro foi suficiente somente para pagar as próprias contas. Em outras palavras, nenhum lucro foi gerado para a Google, dona do serviço.

"Ué, mas eu vejo um vídeo do YouTube todos os dias. Se o mundo inteiro faz isso, o site não deveria lucrar?". Pois é, mas a situação não é exatamente essa. Apesar do número de acesso ser extremamente alto (são mais de 1 bilhão de usuários por mês), a grande maioria dessas pessoas acessam clipes via outras fontes, de sites como o TecMundo a redes sociais, em vez de ir diretamente à página inicial e navegar por lá.

Como fazer dinheiro?

O The Wall Street Journal alega que 85% das visualizações online no site do YouTube são de somente 9% dos usuários cadastrados. Se mais gente visitasse as páginas em si, outros formatos de anúncios e mais empresas interessadas em comprar espaços poderiam surgir — e é exatamente isso que a Google estuda atualmente.

Em 2013, a receita gerada foi de US$ 3 bilhões, o que significa que os gastos também subiram. Por isso, a chegada de serviços como o plano de assinatura de músicas Music Key e outros projetos ainda mantidos em segredo também podem ajudar a salvar o YouTube — ou pelo menos fazer com que ele gere o tão sonhado lucro.

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