Há praticamente 10 anos, o YouTube criou um programa de parceria – o YouTube Partner Program – que permitia que criadores de conteúdo em vídeo pudessem ganhar dinheiro com suas produções publicadas na plataforma, transformando-a no maior site de streaming da internet. Muita coisa mudou no mundo de lá para cá, inclusive o número de colaboradores do site, que cresceu vertiginosamente.

Com isso, o número de tentativas de burlar o sistema de recompensa financeira do YouTube também aumentou, resultando em muita gente veiculando vídeos criados por outras pessoas na tentativa de lucrar um dinheirinho com aquilo. A plataforma tomou providências e disponibilizou meios de os usuários denunciarem, de maneira prática e rápida, conteúdo “roubado”.

O YouTube está mais criterioso com a monetização dos vídeos

Só acima dos 10 mil

Hoje (6), o YouTube anunciou uma nova medida que tem como objetivo evitar essa apropriação indevida de propriedade intelectual dentro da plataforma e o lucro usando material criado por outras pessoas: apenas os canais que tiverem 10 mil visualizações no total em seu tempo de existência poderão receber publicidade do YouTube para que sejam monetizados.

Ao manter o limiar em 10 mil visualizações, também garantimos que haverá um impacto mínimo sobre os nossos aspirantes a criadores

Segundo a nota publicada pelo YouTube Creator Blog, “ao manter o limiar em 10 mil visualizações, também garantimos que haverá um impacto mínimo sobre os nossos aspirantes a criadores. E, é claro, qualquer receita obtida em canais com menos de 10 mil visualizações até hoje não será afetada”.

O próximo passo é definir um processo de avaliação que vai analisar canais que atinjam essa marca e queiram fazer parte do YouTube Partner Program. Caso tudo esteja dentro das políticas do YouTube, ele vai poder veicular propagandas e lucrar com o conteúdo que produz.

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