A Xiaomi anunciou na última terça-feira (24) o Redmi Note 3 e o Mi Pad 2, mas o tão esperado Mi5 não ganhou os holofotes da mídia. Detalhes quanto ao vindouro flagship também não foram mencionados durante o evento realizado no início desta semana, na China. O único comentário de Lei Jun, CEO da companhia, relacionado ao novo celular serviu apenas para deixar os fãs da marca mais ansiosos. De acordo com o executivo, “a espera vai valer a pena”, pois o aparelho é “muito, muito bom”.

Os rumores acerca do lançamento do sucessor do Xiaomi Mi4 surgiram ainda durante o último trimestre de 2014 – na época, especulou-se que o Mi5 poderia dar as caras logo em janeiro, na CES 2015. Problemas relacionados à integração do Snapdragon 810 junto da arquitetura do suposto smartphone e atrasos de produção foram algumas das desculpas usadas para justificar a ausência do dispositivo.

Fato é que a própria Xiaomi admitiu que a data de lançamento do Mi5 foi adiada; processador Snapdragon 820, memória RAM  de 4 GB e tela em QHD (2560x1440 pixels) são agora algumas das especificações técnicas atribuídas aos smartphone. O novo período previsto e não oficial para o anúncio do aparelho compreende “os primeiros meses de 2016”.

Os mercados que deverão lotar suas gôndolas com os exemplares do Mi5 são ainda desconhecidos. Entretanto, e a julgar pelas palavras de Jun ditas também no correr do evento realizado em solo chinês nesta semana, Brasil, Indonésia e Índia deverão ser os primeiros a receber o Mi 5, uma vez que são tidos como “foco” pela empresa.

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