A fabricante chinesa Xiaomi apresentou a segunda geração da pulseira inteligente da companhia. Trata-se da Mi Band 2, sucessora da Mi Band original e carregada com diversas funções que esses dispositivos vestíveis prometem no mercado de hoje em dia. A grande novidade? Uma tela OLED para exibir parcelas de conteúdo.

Na parte de fitness, a Mi Band 2 conta os seus passos, monitora a qualidade, o tempo do seu sono e calorias gastas durante exercícios, além de ter um sensor de batimentos cardíacos. "Pegando emprestado" uma função do Apple Watch, o produto também treme para dar uma bronca no usuário: ela diz a você para se mexer caso esteja muito tempo sentado no mesmo lugar.

Um acessório completo

Ela ainda vibra para avisar você de eventuais chamadas telefônicas, notificações importantes ou mensagens de texto recebidas no seu dispositivo Android. A nova tela do acessório é OLED em preto e branco e é capaz de mostrar só informações básicas, como as horas e ícones de avisos gerais.

Quem tem um celular da Xiaomi é beneficiado ainda mais: o aparelho detecta na hora a sua própria pulseira, que serve como mecanismo de desbloqueio. Caso o Bluetooth seja desconectado (como em caso de roubos), a senha é reativada.

A Mi Band 2 utiliza Bluetooth 4.0 para fazer o pareamento e tem uma bateria que dura até 20 dias, segundo a fabricante. As pulseiras são de silicone e podem ser trocadas, sendo que versões em preto, laranja, azul e verde foram vistas nas imagens até agora. A impermeabilidade é garantida pela certificação IP67.

Disponibilidade

A Mi Band 2 será vendida na China a partir de 7 de junho por 149 yuan, o que dá mais ou menos uns R$ 78. O primeiro modelo chegou por R$ 95 no país, veja aqui a nossa análise. O problema? Enquanto a Xiaomi se prepara para fazer expansões cada vez maiores no Ocidente, o Brasil agora dificilmente receberá muita atenção da marca, ao menos em smartphones.

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