Na semana passada, uma atualização no WhatsApp fez com que ele passasse a mostrar aos remetentes, quando as mensagens enviadas já haviam sido lidas pelo destinatário. Apesar de muitos terem gostado da novidade, há uma boa quantidade de pessoas que diz que isso não é exatamente bom — pois acaba pressionando os contatos a enviarem respostas com mais velocidade para evitar problemas.

Por alguns dias, muitos consumidores se manifestaram nas redes sociais para reclamar da novidade. Para a grande maioria, isso é um problema bem grande por forçar os usuários a responderem rápido ou então fazer com que as mensagens não sejam lidas — apenas para evitar que o remetente pense que “está sendo ignorado”, mesmo em momentos que a conversa não pode ser mantida.

Mas apesar de muitas reclamações do público, é bem difícil que os desenvolvedores do WhatsApp voltem atrás nas decisões. O mesmo recurso já existe no Facebook desde 2012 e também causou furor na época do lançamento, sendo que até hoje continua ativo para todos. Por isso é importante não ter esperanças de que seus apelos serão ouvidos: os risquinhos azuis devem permanecer.

Invasão de privacidade?

Como já dissemos — e basta fazer uma rápida busca em Facebook ou Twitter para conseguir mais exemplos —, o novo recurso do WhatsApp não agradou aos consumidores. E quem aproveitou para acusar o software de invadir a privacidade dos usuários foram alguns programadores. Um exemplo é Ericky Costa, o desenvolvedor brasileiro responsável pelo app ZapZap.

Par ao site G1, ele disse que o aplicativo mais popular de mensagens da atualidade “infringe a privacidade” dos usuários. Costa admite que seu aplicativo é um clone do WhatsApp — apesar de permitir a comunicação multiplataformas — criado a partir do código-fonte do Telegram. Mesmo assim ele diz que o ZapZap não terá o recurso “dedo-duro”.

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