(Fonte da imagem: Reprodução/OnLive)

Você se lembra do OnLive, o serviço que prometia revolucionar os games e oferecer uma enorme biblioteca de títulos via streaming pela internet? Pois bem, o serviço foi lançado e não deu muito certo por uma série de problemas. Em pouco tempo a empresa acabou sendo vendida e passou por uma reestruturação completa.

Agora, a companhia anuncia que está voltando com tudo e mudando um pouco o foco dos negócios. Antes ela era uma plataforma e oferecia a assinatura de um serviço em que o jogador pagava uma mensalidade para ter acesso a uma biblioteca de jogos relativamente extensa.

Agora, a nova estratégia da OnLive é ficar “no meio do caminho” entre o distribuidor de games e o jogador. A peça principal do negócio é o CloudLift, um sistema que conecta plataformas de games com o OnLive. A partir daí será possível jogar em diversos sistemas diferentes a partir da nuvem, incluindo laptops, Macs, consoles Android ou até mesmo televisores que possuem o OnLive integrado. O primeiro serviço compatível com o ClodLift é o Steam.

O serviço deve custar US$ 14,99 (cerca de R$ 35) e terá, no início, suporte a games como Batman: Arkham Origins e Sains Row IV. Outros títulos devem ganhar compatibilidade em breve.

Mudança de planos

De acordo com o diretor executivo da OnLive, Mark Jung, a ideia de mudar o foco dos jogos e não distribuir os games, apenas fazendo a ponte entre os jogadores e os desenvolvedores, veio dos próprios jogadores. Segundo ele, “os jogadores querem ter a conveniência de acesso imediato aos seus jogos onde quer que estejam, mas eles também querem possuir os games e poder jogar localmente em seus PCs”.

“Com esse novo modelo, nós continuamos expandindo a compatibilidade, a liberdade e o acesso instantâneo que os jogadores desejam, com a adição da flexibilidade de se possuir uma cópia local dos jogos”.

Apesar disso, a OnLive também deve continuar oferecendo a assinatura que garante uma biblioteca de cerca de 250 jogos via streaming.

Segundo a OnLive, o principal concorrente do serviço é o PlayStation Now, mas isso não deve ser um problema pois a empresa acredita estar à frente da Sony em termos de tecnologia.

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