A Faraday Future é uma startup chinesa ambiciosa: há pouco tempo no Vale do Silício, ela pretende entrar no mercado de carros elétricos autônomos batendo de frente com a Tesla, principal expoente desse nicho. Do que depender do hype, ela terá sucesso, já que o conceito FFZERO 1 fez barulho na CES 2016. Mas, do que depender do quadro de funcionários, esse caminho acaba de ficar mais difícil.

Seis funcionários de alto escalação deixam a startup nos últimos meses — e os motivos dessas saídas são misteriosos, principalmente quando a Faraday pretende ser uma empresa de 1 bilhão de dólares. Os executivos que saíram são os seguintes: James Chen (VP de assuntos governamentais e conselheiro geral), David Wisneiski (diretor financeiro), Syed Rahman (controlador de operações), Robert Filipovic (líder de estratégia de produto), Stacy Morris (líder de relações públicas) e Sarah Ashton (diretora associada).

2017 será um ano decisivo para a Faraday Future

Em declaração ao Jalopnik, a Faraday Future disse o seguinte: "Nós estamos orgulhosos em dizer que estamos crescendo rapidamente e mantivemos talentos de fabricantes parceiras bem estabelecidas, mesmo de marcas premium como a Lamborghini, Jaguar, Porsche e Ferrari, e outras companhias de carros elétricos (...) As pessoas citadas que saíram da Faraday, fizeram essa escolha para perseguir outros interesses (...) Como sempre, estamos focados em nossas metas agressivas de crescimento e focados em lançar nosso primeiro veículo de produção em massa".

Ao que parece, 2017 será um ano decisivo para a Faraday Future. Além do sucesso com o FFZERO 1, a fabricante de elétricos vai produzir o primeiro modelo, com tecnologia autônoma para o mercado, no próximo ano — uma fábrica bilionária também está sendo preparada.

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