Em entrevista para o Bloomberg, Aaron Sorkin ("A Rede Social" e "The West Wing"), escritor de uma biografia de Steve Jobs para os cinemas, disse que seria possível fazer mais dez filmes sobre o cofundador da Apple.

Foi a resposta que ele deu sobre se havia mais o que contar depois de tantas biografias em livro e do filme de 2013 estrelado por Ashton Kutcher.

Sorkin disse que a pressão que teve ao escrever o roteiro foi um pouco maior que o habitual, pelo fato de Jobs ser "uma pessoa por quem muita gente tem fortes sentimentos".

Porém, demonstrou segurança pelo contato que teve com os personagens coadjuvantes. "Mas eu me encontrei e passei um bom tempo com os outros sete personagens, como Joanna Hoffman – uma personagem fantástica –, que era a chefe de marketing do time do Mac, e John Scully, CEO da Apple que ficou famoso – ou infame, dependendo de como você vê isso – ao demitir Steve Jobs da Apple", afirmou.

Vida conturbada

"Nesse filme, Jobs tem conflitos com todos eles, fica traumatizado e [a ação] acontece num ambiente muito claustrofóbico", concluiu Sorkin. O filme, baseado na biografia escrita por Walter Isaacson, vai ter como foco os bastidores do lançamento de três produtos importantes: o Macintosh, a workstation NeXT e o primeiro iPod.

A produção do longa parece estar um pouco tumultuada: recentemente, Christian Bale, que seria o ator principal, voltou atrás na decisão, justificando que não era a pessoa certa para o papel. Agora, a Sony supostamente estaria negociando com Michael Fassbender. O papel do outro Steve, o Wozniak, deve ir para Seth Rogen.

Por enquanto, a cinebiografia ainda não tem data para estrear.

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