Comissão Federal de Comércio (Federal Trade Commission - FTC), dos Estados Unidos, publicou uma nota advertindo imigrantes ou pessoas com sobrenome de origem chinesa sobre um novo golpe. Durante o crime, um robô faz ligações ou envia mensagens ao celular das vítimas, fingindo ser da Embaixada Chinesa. Inclusive, isso é feito por meio da falsificação de número de telefone, em que o prefixo aparece de modo semelhante ao utilizado pelo órgão público.

Entretanto, a forma de fisgá-las pode variar, os bandidos podem se oferecer para trocar Yuan (moeda oficial da China) por dólares, solicitar a busca de pacotes ou documentos em escritórios do consulado ou dizer que estão fazendo uma investigação de fraude. A partir disso, exigem que as vítimas repassem seus dados pessoais e bancários para evitar deportação.   

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Apesar de o delito estar concentrado em números pertencentes a chineses, ele também foi registrado nas últimas semanas por pessoas que não são dessa etnia e que moram em diversas regiões dos Estados Unidos. Ainda, foram apontadas ocorrências em outros países, como: Canadá, Nova Zelândia e Austrália.

Ainda, segundo o Departamento de Polícia de Nova York, no dia 21 de dezembro de 2017 foram roubados US$2,5 milhões de 21 imigrantes chineses. A maioria dos afetados pelos crimes são idosos, que tiveram prejuízos individuais variando entre US$1.800 e US$1,4 milhão.

A FTC garantiu que nenhum consulado jamais solicita informações ou transferências bancárias. Logo, o ideal é que as pessoas simplesmente ignorem esse tipo de abordagem. No Brasil, por exemplo, é muito comum ligações e envio de SMS ou e-mails com assinatura de bancos e até da Netflix com foco em obter dinheiro. Da mesma forma, é essencial evitar o envio desse tipo de dado para estranhos. 

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