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DeepMind: sim, a Google está ensinando sua IA a tirar uma soneca

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Se você participava da comunidade “Eu Odeio Acordar Cedo”, mas tinha vergonha disso, pode ficar mais tranquilo. Além de milhões de outros internautas também compartilharem do mesmo sentimento que o seu na época de Orkut, saiba que até a Google acha que uma sonequinha extra é essencial para o bem-estar da mente. Prova disso é que a empresa acaba de ensinar sua principal plataforma de inteligência artificial a cochilar.

Calma, a Gigante das Buscas não está pensando em criar uma espécie de “sesta” robótica ou algo do tipo: essa é uma forma de fazer com que a IA pense mais como os humanos e aprenda de um jeito natural – mesmo quando estiver offline. É claro que a novidade ousada faz parte da DeepMind, o sistema cognitivo da marca que já derrotou campeões de Go, previu resultados de eventos reais e, de quebra, criou uma galeria de imagens arrepiantes baseadas em fotos e recursos gráficos limitados.

Dormir é aprender

Mais um método de aprendizado

Em seu blog, a empresa explica que a decisão de ensinar o computador a dormir como um humano – apesar de parecer não muito intuitivo de início – adiciona mais um método de aprendizado ao já numeroso pacote de opções do setor. Isso significa que, além de recorrer a redes neurais, algoritmos e machine learning para tentar resolver problemas, a inteligência artificial agora pode “sonhar” com o assunto – e até mesmo com suas falhas em solucioná-lo – para aprender com isso e voltar para o batente mais inteligente e capaz.

A ideia, aqui, é que se produtos como o DeepMind e soluções similares precisam tomar decisões como um humano tomaria – como no caso dos sistemas responsáveis por veículos autônomos –, nada melhor que fazer com que eles se comportem mais como nós. E aí, será que a opção Suspender ou Repousar nos PCs pode assumir um novo significado muito em breve? Deixe a sua opinião sobre o tema mais abaixo, na seção de comentários.

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