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Segurança

iPhone 17 inaugura proteção de hardware contra spywares no processador A19

O processador A19 é embarcado com uma proteção nativa contra spywares, evitando leituras não autorizadas fora dos limites da memória.

Avatar do(a) autor(a): Igor Almenara Carneiro

schedule10/09/2025, às 15:30

updateAtualizado em 10/09/2025, às 18:38

O novo Apple A19 chega com uma novidade importante em segurança: o Memory Integrity Enforcement (MIE). O recurso atua constantemente sobre a memória em áreas críticas do sistema, como o Kernel, oferecendo uma camada extra de proteção embarcada diretamente na infraestrutura do chipset.

“A aplicação da integridade da memória é construída sobre a base sólida fornecida por nossos alocadores de memória seguros, juntamente com a extensão de marcação de memória aprimorada (EMTE) no modo síncrono e apoiada por políticas abrangentes de aplicação de confidencialidade de tags”, explicou a Apple em publicação oficial.

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O novo chipset Apple A19 tem proteção nativa contra spywares. (Fonte: Apple/Divulgação)

Como funciona o Memory Integrity Enforcement

O MIE foi projetado para combater spywares que se injetam na memória do dispositivo explorando dados armazenados. Ele utiliza o EMTE (Enhanced Memory Tagging Extension), uma versão aprimorada da especificação Memory Tagging Extension (MTE) da Arm.

Na prática, o MIE bloqueia acessos fora dos limites definidos, impedindo que agentes maliciosos monitorem o tráfego de dados de outros aplicativos. Essa abordagem é semelhante à proteção implementada pela Microsoft no Windows 11 contra vulnerabilidades como o Spectre.

Segurança ativada por padrão

Segundo a Apple, o mecanismo de integridade da memória já vem ativado por padrão no A19. Além disso, proteções contra mau uso da memória também serão distribuídas a hardwares mais antigos, ampliando o alcance da tecnologia de defesa.

A empresa detalha o funcionamento do novo recurso em sua publicação técnica, apontando que a solução representa um passo importante na proteção de dispositivos móveis contra ataques sofisticados que exploram falhas de memória.

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Perguntas Frequentes

O que é o Memory Integrity Enforcement (MIE) presente no processador A19?
O Memory Integrity Enforcement (MIE) é um recurso de segurança embarcado no processador Apple A19 que atua constantemente sobre áreas críticas da memória, como o Kernel. Ele impede acessos não autorizados e protege contra spywares que tentam explorar falhas de memória para monitorar dados de outros aplicativos.
Como o MIE protege o iPhone 17 contra spywares?
O MIE bloqueia acessos fora dos limites definidos da memória, impedindo que softwares maliciosos leiam ou manipulem dados de forma indevida. Ele utiliza a tecnologia EMTE (Enhanced Memory Tagging Extension), que marca e monitora o uso da memória para garantir sua integridade.
O que é a tecnologia EMTE mencionada pela Apple?
EMTE significa Enhanced Memory Tagging Extension, uma versão aprimorada da especificação MTE (Memory Tagging Extension) da Arm. Essa tecnologia permite identificar e controlar o uso da memória por meio de marcações, ajudando a detectar e bloquear acessos indevidos.
O recurso de integridade da memória está ativado por padrão no iPhone 17?
Sim. Segundo a Apple, o mecanismo de integridade da memória já vem ativado por padrão no processador A19, oferecendo proteção imediata contra ataques que exploram falhas de memória.
Dispositivos mais antigos da Apple também receberão essa proteção?
Sim. A Apple informou que as proteções contra mau uso da memória também serão distribuídas para hardwares mais antigos, ampliando o alcance da tecnologia de defesa além do iPhone 17.
Qual a importância do MIE na segurança de dispositivos móveis?
O MIE representa um avanço significativo na proteção contra ataques sofisticados que exploram falhas de memória. Ao atuar diretamente na infraestrutura do chipset, ele oferece uma camada extra de segurança nativa, dificultando a ação de spywares e outros agentes maliciosos.
O MIE é comparável a alguma tecnologia já existente?
Sim. A abordagem do MIE é semelhante à proteção implementada pela Microsoft no Windows 11 contra vulnerabilidades como o Spectre, que também visam impedir acessos indevidos à memória do sistema.
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