A Unidade Especial de Proteção de Dados e Inteligência Artificial do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), após dois meses de investigação, concluiu que não houve vazamento de dados de cidadãos por parte da empresa Boa Vista SCPC.

O MPDFT ainda comunica que o inquérito civil público aberto sobre o caso foi arquivado

Em setembro, milhares de cidadãos tiveram seus dados supostamente expostos, como foi noticiado na Folha de SP e no TecMundo. Os veículos receberam uma amostra de 10 mil nomes de outro suposto arquivo com 300 mil dados diferentes — amostra essa que, segundo o MPDFT, provém de outra fonte não revelada, não da Boa Vista. Entre as informações acessadas, estavam: nome completo, nome de parentes, CEP, CPF, endereço completo, número de conta corrente, pendências em bancos e outras instituições e pontuação de crédito (score).

Pouco tempo depois, o MPDFT abriu um inquérito civil público para investigar o caso. “No início de setembro, chegaram ao conhecimento do MPDFT informações sobre um suposto incidente de segurança envolvendo o birô de crédito, que mantém banco de dados sobre histórico de crédito. A investigação concluiu que houve uma invasão a servidor de desenvolvimento publicado no ambiente de nuvem, para fins de testes, e que o servidor se encontrava desativado, a subscrição inativa e não continha dados pessoais armazenados”, conclui o Ministério.

O MPDFT ainda comunica que o inquérito civil público aberto sobre o caso foi arquivado na quarta-feira, 31 de outubro.

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