Conforme publicação da US Patent & Tradermark Office, a Google registrou, no início deste mês, a patente de uma espécie de pulseira anticâncer. O dispositivo vestível também pode ajudar a combater proteínas precursoras do Parkinson.

O aparelho, que pode emitir para dentro do corpo do paciente ondas de som, de rádio, sinais infravermelhos e até campos magnéticos tem por objetivo atingir substâncias patógenas no sangue e transformá-las em elementos inofensivos.

“Em um exemplo relevante, certas proteínas já foram ligadas ao mal de Parkinson como causa parcial da doença. O desenvolvimento da enfermidade pode ser prevenido ou retardado ao prover partículas que funcionam com bioreceptores que se conectem apenas a essas proteínas”, explica a patente.

O aparelho que a Google está desenvolvendo segue a mesma linha de outros métodos que analisam hormônios, células, proteínas, enzimas e outras substâncias do corpo para avaliar as condições médicas de uma pessoa.

No início deste ano, o projeto Google X mostrou outra pesquisa de nanotecnologia em que pequenas partículas magnéticas se juntam a células cancerígenas para tentar destruí-las e se comunicam à uma pulseira por meio de impulsos de luz.

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