Quando pensamos na atuação da Samsung no ramo dos smartphones, é provável que a primeira coisa que venha à nossa mente seja a enorme variedade de modelos de dispositivos feitos pela fabricante – e talvez também o preço elevado de seu novo top de linha, o Galaxy S6. No entanto, a empresa também atua no desenvolvimento de uma série de componentes presentes em celulares, como telas, memórias, sensores e muitas outras coisas.

Na última segunda-feira (26), a empresa coreana revelou algumas de suas principais novidades em áreas que afetam diretamente os smartphones e tablets. Segundo a companhia, avanços atingidos pelos seus desenvolvedores permitiram a criação de baterias com densidades energéticas e voltagens mais elevadas e sensores de câmera ainda mais finos e com cores mais realistas, tecnologias que detalharemos a seguir.

Fazer mais com menos

A novidade da Samsung para as baterias é uma unidade que possui densidade de 700 Watts-hora por litro (Wh/L), o que algo notável quando consideramos que baterias de ponta para smartphones em 2013 tinham apenas 580 Wh/L. A fabricante coreana, no entanto, não quer parar por aí e diz ter planos para elevar esse valor para 750 Wh/L até o fim deste ano e para 780 Wh/L até 2017 –, o que significa baterias mais poderosas, mas com o mesmo tamanho.

A empresa diz também ter planos similares para a voltagem dessas unidades de energia, afirmando estar prestes a alcançar medidas de 4,4 volts nos próximos meses e chagar a 4,5 volts até 2017. A companhia ainda mencionou esforços para aprimorar consideravelmente a velocidade de carregamento, buscando permitir que os usuários recuperem 80% da bateria em apenas 30 minutos.

Já no que diz respeito às câmeras, a Samsung afirma estar trabalhando em um sensor RWB (sigla para “red, white and blue”, ou “vermelho, branco e azul”), um novo padrão de cores que supostamente proporciona fotos com “melhor fidelidade de tons”. Além disso, a fabricante pretende reduzir o tamanho de seus pixels de 1,12 micrômetro para 1 micrômetro, o que reduziria a espessura de seus sensores em 23% e permitiria smartphones ainda mais finos.

Vale sempre lembrar que, embora as tecnologias já estejam por aí, ainda deve levar algum tempo para que as vejamos dando as caras em novos smartphones. Ainda assim, é sempre bom saber o que as empresas estão preparando para o nosso futuro.

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