Sim, as baterias do Galaxy Note7 esquentavam e podiam até chegar ao ponto de explodir. Foram diversos relatos e, felizmente, a Samsung já resolveu essa questão. O problema é que, ao que parece, são dois os pontos principais que levam a culpa: a ansiedade da Sammy e a chegada do iPhone 7, que foi lançado pela Apple no começo deste mês.

A bagunça causada com os primeiros modelos do Galaxy Note7 foi tão grande que a Samsung está gastando cerca de US$ 1 bilhão para arrumar os aparelhos no mercado. Segundo o Bloomberg, isso não seria necessário se a companhia sul-coreana não tivesse "corrido tanto" para lançar o Note7 em tempo para bater de frente com a chegada do iPhone 7.

A ansiedade em trazer o Galaxy Note7 ao mercado pode ter sido um tiro no pé

O motivo? A Sammy imaginou que o novo iPhone não seria uma grande atualização de geração, segundo o relato. Ou seja, ele teria poucas novidades quando comparado ao iPhone 6s. Por isso, seria a oportunidade perfeita para lançar um "iPhone killer", um Android perfeito para obliterar as chances de sucesso do novo celular da Apple.

Isso pode ser percebido no Note7: ele traz muitas novidades, como as bordas curvas duplas e um leitor de íris — e o lançamento do aparelho? Cerca de 10 dias antes da apresentação do iPhone 7.

Pressa x Perfeição

Essa ansiedade em trazer o Galaxy Note7 ao mercado, de acordo com o Bloomberg, fez com que a Samsung apertasse as datas finais de entrega para as fabricantes parceiras. Demandas gigantescas, principalmente das baterias, foram entregues aos montes em um tempo curto de produção.

Todos os mercados que já possuem smartphones Galaxy Note7 nas prateleiras possuem um programa de recall. E a Samsung, agora, está precisando lidar com, talvez, alguns passos errados que foram tomados. Para entender toda essa questão e posicionamentos da Sammy, clique aqui.

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