Facebook divulga campanha contra fake news sobre a covid-19

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Assim que foi definida como emergência de saúde pública de interesse internacional, o covid-19 se tornou um tópico alarmante nas redes sociais. Para evitar que informações falsas interfiram no comportamento da sociedade, o Facebook tomou algumas atitudes relacionadas às fake news.

Usuários dos mensageiros e redes sociais do Facebook já devem ter recebido alguma notificação, mensagem ou publicação sobre a disposição de fontes confiáveis de informações. No próprio Facebook, por exemplo, é possível ver um painel no feed principal contendo informações detalhadas sobre a pandemia e um botão para seguir declarações da OMS.

Já no WhatsApp, ficou disponível um número oficial da Organização Mundial de Saúde para consultas rápidas, descrevendo sintomas e número total de casos registrados da doença. O mesmo acontece no Facebook Messenger, onde um chat automatizado é capaz de sanar dúvidas comuns com informações oriundas de profissionais de saúde.

Para tirar dúvidas pelo canal oficial da OMS no WhatsApp, basta salvar o número +41 79 893 1892 no celular e procurar pelo contato no aplicativo.

Medidas alcançaram todas as redes da companhiaMedidas alcançaram todas as redes da companhiaFonte:  Facebook/Reprodução 

Em uma publicação no seu blog para a imprensa, o Facebook estima que mais de 100 milhões de usuários da rede social foram redirecionadas para sites oficiais da OMS e de outras instituições confiáveis pelos links exibidos. O mesmo acontece no WhatsApp, onde mais de 100 milhões de mensagens já foram enviadas para usuários inscritos no canal gratuito.

Algoritmo contra fake news

A disseminação de notícias verdadeiras recebe um forte auxílio de um algoritmo verificador de informações implementado nas redes sociais de Mark Zuckerberg. Tanto no Instagram, quanto no Facebook, publicações são avaliadas constantemente por código e são excluídas caso apresentem conteúdo mal intencionado ou mentiroso.

Essa política é capaz de identificar publicações falsas que divulgam curas, tratamentos não comprovados, disponibilidade de leitos no hospital local e alertas falsos de casos comprovados. A regulação dessas informações parte diretamente de autoridades da OMS e, além disso, propagandas maliciosas também são analisadas.

Outra medida adotada pela companhia é a parceria com programas de checagem de fatos. Na publicação, o Facebook diz ter investido US$ 1 milhão no Independent Fact-Checking Network para impulsionar sua atividade nesse período agitado.

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