Resolução de Ano-Novo de Mark Zuckerberg é não ter mais resoluções

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O cofundador e atual CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta quinta-feira (9) a quebra de uma tradição pessoal. Há uma década, ele publica na própria rede social nos primeiros dias de janeiro uma espécie de resolução de Ano-Novo em forma de desafio. Desta vez, para 2020 e após falhar no ano anterior, ele decidiu dar uma pausa nas promessas.

Segundo executivo, as resoluções realmente ajudaram no seu cotidiano como chefe do Facebook — elas incluíram aprender a falar mandarim, programar uma assistente pessoal de IA para a própria casa, fazer exercícios físicos e melhorar o jeito com que fala em público. Entretanto, ele percebeu que tudo isso girava em torno do seu trabalho, e que "é hora de fazer algo diferente" que faça ele dedicar mais tempo à família, aos projetos de filantropia e os hobbies que ele desenvolveu nos últimos anos.

"Nesta década, eu vou focar a longo prazo. Em vez de desafios anuais, tentei pensar no que espero do mundo e de como será a minha vida em 2030, para eu ter certeza de que estou focando nas coisas certas. Até lá, se tudo correr bem, minha filha Max estará no ensino médio, teremos a tecnologia para estar presente com outra pessoa onde quer que ela esteja e pesquisas científicas vão ajudar a prevenir e curar doenças o suficiente a ponto de subir a expectativa de vida por mais dois anos e meio", escreveu.

O Zuckerberg do futuro

Na postagem, Zuckerberg ainda faz algumas observações sobre a tecnologia e a sociedade em geral. Ele critica instituições importantes que "ainda não estão fazendo o bastante para resolver problemas que as gerações mais jovens irão enfrentar" (como aquecimento global, habitação e cuidados com a saúde" e acredita que "algumas das infraestruturas sociais mais importantes vão nos ajudar a reconstruir todo tipo de pequenas comunidades para nos dar um sentido de intimidade novamente".

O executivo ainda disse acreditar em uma descentralizaçãpo da economia, com novas oportunidades de comércio e empreendedorismo com a ajuda de ferrramentas de pagamento, além de acreditar que óculos de Realidade Aumentada serão a grande tecnologia lembrada no final da década.

Curiosamente, ele ainda se mostrou favorável a uma maior regulamentação política de diversos setores — assunto no qual o Facebook é tema central atualmente. "Há muitas áreas em que acredito que os governos ajudariam se estabelecessem regrar mais claras, incluindo eleições, conteúdos prejudiciais, privacidade e portabilidade de dados", explica.

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