Facebook anunciou nesta quinta-feira (7) o início de uma luta para combater a desinformação de um grupo crescente dentro e fora das redes sociais. A partir de agora, o algoritmo da plataforma vai "rebaixar" publicações de grupos e usuários antivacinação — aqueles que acreditam que as vacinas causam doenças e condições médicas e, por isso, se recusam a imunizar os filhos.

De acordo com o comunicado, o ranqueamento de grupos e páginas vai cair e eles não aparecerão mais em recomendações nem no autocompletar das buscas. Além disso, anúncios a respeito serão removidos. Conteúdos educativos sobre o porquê de seguir a vacinação serão aos poucos inseridos para quem insistir em pesquisar sobre o tópico.

O Instagram, que pertence ao Facebook, tomará medidas parecidas. Além de reduzir o ranqueamento, a plataforma não recomendará conteúdos do tema na aba "Explorar" ou nas páginas de hashtags.

O trabalho de identificar os boatos é feito com ajuda da Organização Mundial da Saúde e o Centro de Controle de Doenças e Prevenções dos Estados Unidos. Apesar do crescimento desse movimento antivacina, o Facebook insiste que deixar de vacinar a população pode gerar consequências catastróficas para a saúde da pessoa e dos outros ao redor.

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