O Twitter divulgou seu relatório de transparência e revelou que quase 1 milhão de contas foram desativadas por fazerem promoção de terrorismo na rede social. Segundo o relatório, os governos norte-americano e europeus vinham pressionando bastante o Twitter, além de outras plataformas, como o Facebook e a Google, para que fossem mais intolerantes com a radicalização nas postagens, especialmente quando diziam respeito a grupos islâmicos violentos.

Assim, um total de 935.897 contas do Twitter foram suspensas entre o dia 1º de agosto de 2015 e 30 julho de 2017 por realizarem promoção do terrorismo. Entre elas, menos de 1% foram removidas por pedidos governamentais e 95% do total foram removidas pelas próprias ferramentas da rede social em busca desse tipo de postagem.

Melhoria em 2017

O Twitter define “promoção do terrorismo” como incitação ou promoção ativa de violência associada com organizações terroristas reconhecidas internacionalmente

Apenas no primeiro semestre de 2017, quase 300 mil contas foram canceladas por esse mesmo motivo. Porém, houve uma redução de 20% nos casos de suspensão de contas desse tipo na primeira metade do ano. Vale ressaltar que 75% dos perfis apagados não haviam ainda publicado seu primeiro tweet, sendo flagradas apenas por nome e/ou foto da conta.

Para realizar essas ações, o Twitter define “promoção do terrorismo” como incitação ou promoção ativa de violência associada com organizações terroristas reconhecidas internacionalmente. Os avisos do governo para a rede social remover certos perfis diziam respeito sempre a contas que apresentavam comportamentos abusivos, como ameaças, assédio, entre outros.

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