A Apple supostamente estaria comprando “toda a memória RAM” disponível no mercado para enfraquecer seus principais competidores. Segundo a imprensa sul-coreana, como reportado pelo informante Yukan no X (Twitter), a gigante de Cupertino não estaria preocupada em prejuízo financeiro, mas sim em garantir que seus rivais não adquiram chips de RAM. A Apple não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.
Conforme o trecho traduzido pelo insider, a Maçã faz um dos seus movimentos mais agressivos e tenta adquirir todo o estoque de chips DRAM (usados para fabricar módulos RAM) disponíveis. Vale notar que essa compra em massa é realizada mesmo que esses componentes sejam vendidos por valores extremamente altos.
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O problema é que esse tipo de estratégia faz com que os preços continuem altos ou subam ainda mais, afinal de contas a Apple estaria investindo muito dinheiro nessas peças.
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A ideia da companhia seria dificultar a vida dos concorrentes que forem comprar chips de RAM, seja por falta de estoque ou preços absurdamente altos.
Suposta tática da Maçã
Essa estratégia teria um custo claro para a Apple, que poderia estar disposta a ter algum tipo de prejuízo financeiro, uma vez que paga valores bem altos pelos produtos.
Por outro lado, a aposta da companhia seria que o alto volume de compras afetaria mais os seus rivais do que ela mesma, causando um efeito em cadeia no encarecimento da RAM.
- No cenário em que essa ação funciona, outras marcas são basicamente obrigadas a aumentar ainda mais o preço dos seus produtos finais, como celulares, notebooks, fones e relógios;
- Recentemente, a Samsung teria reajustado o valor de alguns dos seus celulares topo de linha nas versões de 512 GB e 1 TB, por exemplo;
- Em contrapartida, isso faria com que a Apple conseguisse estabilizar seus preços sem se preocupar em reajustá-los como as rivais;
- Esse já era um movimento relativamente esperado por analistas da indústria, como Ming-Chi Kuo, que se especializou na cobertura de mercado da Apple.
O presidente da Motorola Brasil já falou sobre esse assunto da crise de RAM, dizendo que “não há o que fazer” a respeito dessa crescente crise de componentes. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
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