Com o crescimento do mercado de wearables, diversos players estão sumindo, e as marcas consolidadas aproveitam e absorvem essas lacunas. A Fitbit tenta caminhar contra essas partidas e pretende entrar no negócio com força. Para isso, ela está projetando um dispositivo próprio para enfrentar as duas maiores empresas do setor: Apple e Samsung. Mas, se depender das imagens vazadas, será um pouco complicado.

De acordo com as fotos, haverá três possibilidades de cores para o smartwatch. O modelo mais discreto vem com o corpo mais escuro e uma faixa preta. O outro, que também não é chamativo, possui o miolo prata com uma cinta acinzentada. Já o modelo mais colorido traz um centro dourado e uma alça azulada. Mas não é o conjunto de cores que o torna pouco atrativo.

Um dos fatores que levam à decisão de compra de um smartwatch é seu visual sofisticado. O dispositivo parece ser um pouco robusto e comum demais. O Fitbit Blaze, modelo lançado em 2016, mesmo com menos funções, aparenta ser mais refinado do que ele. Fugindo das suas origens, o relógio não se identifica como um rastreador de atividades físicas, o que pode ser bom para entrar em um novo nicho.

Um fator positivo, mesmo que ainda seja um rumor, é a troca do sensor de frequência cardíaca verde por uma luz azul e duas vermelhas. Isso sugere que o smartwatch pode usar o infravermelho para medir níveis de oxigênio no sangue e otimizar a precisão do rastreamento dos batimentos.

Não é a primeira tentativa da empresa

A Fitbit tentou posicionar o relógio Blaze como um smartwatch, mas não vingou. O dispositivo não possui acesso a uma loja de aplicativos e só possui softwares de empresas parceiras. A falta de conectividade com alguns programas dos smartphones gerou insatisfação.

Como o smartwatch ainda não foi apresentado oficialmente ao público, não existem informações concretas sobre suas funções e novidades. Mas, provavelmente, não demorará muito para vermos o relógio nas prateleiras.

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