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A Intel divulgou nesta semana uma pesquisa que retrata os hábitos dos brasileiros na hora de usar as redes sociais via smartphone. O estudo revelou diversos detalhes peculiares e apontou para uma constatação alarmante: pelo menos 90% dos adultos gostariam que as pessoas tivessem mais educação na hora de usar os seus dispositivos eletrônicos em público.

O excesso de compartilhamentos foi um dos maus hábitos apontados pelos entrevistados. Pelo menos 60% das pessoas acreditam que seus amigos compartilham informações além do necessário nas redes sociais e ao menos 95% dos entrevistados julgam que o linguajar usado poderia ser menos ofensivo.

Já no mundo real, o que mais incomoda é mesmo o volume alto das músicas tocadas via smartphone em ambientes públicos – 62% dos entrevistados se mostraram altamente irritados com isso. Falar ao telefone aos berros (59%), falar ou digitar enquanto dirige (49%) e assistir a pornografia em público (49%) também foram considerados hábitos nocivos.

Curiosidades sobre o comportamento do brasileiro no uso dos dispositivos móveis:

  • Digitar no celular ao caminhar pela rua é considerado extremamente rude em países como a Indonésia, Japão e Índia. No Brasil, apenas 27% dos entrevistados consideraram a prática irritante;
  • O brasileiro é o campeão mundial no uso de celulares para escutar música em público com o volume muito alto: 72% dos adultos com mais de 55 anos consideram a prática extremamente incômoda;
  • 22% dos adolescentes brasileiros atualizam suas redes sociais obsessivamente, várias vezes ao dia. Os adultos não ficam muito atrás – 16% tem o mesmo hábito;

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  • Os conteúdos mais compartilhados pelos brasileiros são: fotos (68%, maior média entre os oito países pesquisados), notícias do dia (49%), recomendações de compras (48%), análises de produtos (47%) e esportes (41%);
  • Brasil e Indonésia são os países que mais discutem religião pela rede – 39% dos entrevistados posta sobre religião com frequência, em contraste com países como Japão (1%), França (3%) e Austrália (8%);
  • Embora 28% dos entrevistados considere o uso excessivo de abreviações nas comunicações online irritantes, 41% do total de entrevistados admitiu a prática. O mesmo é verdade para erros de gramática e ortografia, considerados irritantes por 42% dos entrevistados e admitido por 30%;
  • 44% dos adultos admitiram que se sentem mais confortáveis compartilhando detalhes de sua vida pessoal online do que em pessoa.
  • Os mentirosos estão à solta: 33% dos adultos admitiram ter uma personalidade online diferente da vida real, enquanto 23% afirmaram ter compartilhado informações pessoais falsas pela rede. Os homens são um pouco mais mentirosos do que as mulheres – 26% contra 21%.

Fonte: Assessoria de Imprensa Intel

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