(Fonte da imagem: Reprodução/Ars Technica)

Em 2011, o Google Chrome teve uma ascensão rápida em sua participação de mercado, atraindo uma grande quantidade de pessoas que antes usavam o Internet Explorer e o Mozilla Firefox, entre outros navegadores. Porém, uma pesquisa divulgada na última segunda-feira (1) pela Net Marketshare mostra que o software da Google perdeu um pouco de sua força em 2012.

Enquanto a participação mundial do Internet Explorer e do Firefox permaneceu praticamente inalterada (cada um ganhou 0,03 pontos percentuais de usuários), o Chrome perdeu 0,27% de sua base, correspondente a somente 18,86% das pessoas que acessam a internet. Já o Safari permanece com 5,26% do mercado, enquanto o Opera segue com presença na casa dos 1,63%.

Melhorias nos concorrentes

A queda do produto da Google tem mais a ver com a resolução de problemas em seus concorrentes do que a erros próprios ao software. Enquanto a versão 9 do Internet Explorer é considerada “boa o suficiente” pelos padrões atuais da rede, o Firefox conseguiu resolver parte da confusão gerada pelo seu grande ritmo de atualizações, se tornando menos intrusivo e mais confortável de usar.

Isso fez com que houvesse menos motivos para que as pessoas considerassem migrar para o Chrome, algo que justifica a diminuição em sua participação. Já o pequeno crescimento do Safari e do Opera está mais ligado mais a uma fatia específica do público que está acostumada a testar e adotar novos softwares de forma regular.

Mercado móvel estável

Quando se leva em consideração somente o mercado de dispositivos móveis, o Safari continua sendo o software mais usado para navegar na internet — consequência da popularidade de produtos como o iPad e o iPhone, que só permitem usar o aplicativo como opção nativa para explorar a web.

(Fonte da imagem: Reprodução/Ars Technica)

Em segundo lugar está o navegador nativo do Android, seguido pelo Opera Mini e pelo software de navegação do Symbian. As versões portáteis do Google Chrome e do Firefox sequer chegam a aparecer na lista, devido a sua participação ainda tímida no mercado de portáteis.

Fonte: Ars Technica

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