(Fonte da imagem: Reprodução/Motorola)

Apresentado em 1° de agosto pela Motorola, o Moto X foi alvo de algumas críticas por “não ser inovador demais”. Quem recebeu de forma mais agressiva esses comentários foi um dos principais engenheiros do projeto, Iqbal Arshad, que defendeu o smartphone em uma entrevista ao Cnet.

Na conversa, ele comentou que o processador é moderno, apesar de não ser um modelo novo, e que a ideia do Moto X é ser ainda mais “inteligente” que os outros smartphones. É daí que surge a primeira alfinetada na Samsung. “O que você faz com o Galaxy S4 que não pode fazer no Galaxy S3? A resposta é nada”, comenta.

A arquitetura do processador do Moto X também foi elogiada. “Para um dispositivo HTC ou Samsung oferecer as mesmas funcionalidades, seriam necessárias três baterias. Nenhum dos outros processadores faria o cancelamento de ruído ou teria o mesmo nível de inteligência e ainda apresentar baixo consumo”, afirma Arshad.

Nem o público escapa

As críticas do engenheiro atingem até o próprio consumidor. “As pessoas são programadas pela indústria para olhar coisas como quantos cores tem um chip ou se a tela é 1080p (...), mas nós gastamos milhares de horas construindo uma nova arquitetura que realmente altera como você usa um celular”, argumenta.

(Fonte da imagem: Divulgação/Motorola)

Outro ponto abordado é a impossibilidade de trocar ou acessar a bateria. O engenheiro explica que essa foi uma decisão de design e que uma porcentagem muito pequena do público usa uma fonte de energia reserva, por exemplo. Além disso, concorrentes como o iPhone e o HTC One também fizeram a mesma escolha.

Por fim, ele ainda dispara novamente contra a Samsung: Arshad declara que “o que ela faz com o Galaxy S4 não é Full HD de verdade” (sobre o uso da tecnologia PenTile) e que “eles usam um processador gráfico, mas da maneira errada e com um desempenho pior que o nosso”.

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