A Apple anunciou ontem (29) ter registrado uma receita trimestral de US$ 143,8 bilhões no período encerrado em dezembro de 2025 e superando as expectativas — aumento de 16% na comparação com o ano anterior. A quantia equivale a mais de R$ 750 bilhões pela cotação do dia.
O valor recorde foi impulsionado pelo “melhor trimestre de todos os tempos” do iPhone, como revelou o CEO da Apple, Tim Cook, citando uma “demanda sem precedentes” pelo celular. A gigante de Cupertino também anunciou lucro diluído por ação de US$ 2,84 (R$ 14,83) no trimestre, aumento de 19% ano a ano.
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iPhone em alta na China
As vendas de iPhones foram fundamentais para a receita recorde da Apple no primeiro trimestre do ano fiscal de 2026, com números "históricos em todos os segmentos geográficos”, de acordo com o executivo. O relatório de resultados aponta faturamento de US$ 85 bilhões (R$ 443 bilhões) com as unidades comercializadas no período.
- O valor supera as projeções de analistas e fica acima dos US$ 69 bilhões (R$ 360 bilhões) alcançados na mesma época do ano passado;
- Esse resultado tem como destaque as vendas do iPhone na China, que passaram de US$ 18,5 bilhões (R$ 96,5 bilhões) para US$ 25,5 bilhões (R$ 133,1 bilhões) no trimestre;
- “Eu diria que, durante o trimestre, o tráfego em nossas lojas na China cresceu fortemente em dois dígitos ano após ano”, comentou Cook, durante a teleconferência de resultados da marca;
- Segundo o CEO, o crescimento aconteceu graças ao iPhone 17, lançado em setembro, se mostrando mais popular que a geração anterior.
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Cook destacou, ainda, a receita registrada na Índia, onde Macs, iPads e outros produtos contribuíram para um “trimestre incrível”. O executivo afirmou que o país é o segundo maior mercado de smartphones do mundo e o quarto em computadores.
A Apple informou que possui base ativa de 2,5 bilhões de dispositivos em todo o mundo, incluindo iPhones, iPads, Macs e outros aparelhos. A gigante da tecnologia espera ampliar o número com a Siri alimentada por IA e novos recursos da plataforma Apple Intelligence a partir da parceria com o Google.
Com aumento de 14% em relação ao ano anterior, o segmento de serviços também registrou receita histórica, chegando a US$ 30,01 bilhões (R$ 156,7 bilhões). Por sua vez, a divisão de wearables, casa e acessórios chegou a US$ 11,4 bilhões (R$ 59,5 bilhões).
Curtiu o conteúdo? Leia mais sobre a Apple no TecMundo, conferindo as informações sobre os bons resultados do iPhone 16 em 2025.
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