EUA dizem que crise dos chips continua ao longo de 2022

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A Secretária do Comércio dos Estados Unidos, Gina Raimondo, fez um relatório para a administração do presidente Joe Biden a respeito da crise dos chips que continua prejudicando a indústria de eletrônicos.

De acordo com o estudo, que avaliou a situação de mais de 150 companhias que fazem parte de alguma etapa do fornecimento de processadores, o desequilíbrio entre oferta e demanda permanece de forma "significativa e persistente".

Por isso, é possível cravar que a escassez no setor de semicondutores continuará ao menos até o segundo semestre de 2022, sem que o mercado esteja perto de resolver o problema no momento. Essa opinião é similar a previsão da Intel, que acredita que alguns efeitos ainda serão sentidos em áreas específicas até no ano que vem.

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A administração dos EUA ainda vai investigar casos em que o preço de semicondutores aumentou até demais, incluindo setores como o automobilístico e de dispositivos médicos, que tiveram uma procura bastante alta ao longo dos últimos dois anos.

Além disso, Raimondo reforçou que a legislação do país precisa avançar para garantir mais subsídios e permitir a instalação ou modernização de fábricas de chips no país. A Intel e a TSMC, por exemplo, estão com obras encaminhadas nos EUA, mas a construção deve levar até dois anos em ambos os casos.

Por outro lado, segundo a Bloomberg, o relatório não identificou nenhum caso de acúmulo proposital de estoque — uma hipótese que chegou a ser levantada no início da crise.

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