NuSócios: Nubank dará até R$ 225 milhões em ações para clientes

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Imagem: Jo Galvao/Shutterstock
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A Nu Holdings, dona do Nubank, anunciou, nesta segunda-feira (1), a criação do NuSócios, um programa de Oferta Pública Inicial (IPO) que permitirá aos clientes receberem ações da empresa sem nenhum custo. A fintech explicou que destinará entre R$ 185 milhões e R$ 225 milhões para a distribuição de Brazilian Depositary Receipts (BDRs), que são certificados de ações emitidas no exterior.

De acordo com a companhia, a iniciativa pretende: “reconhecer e valorizar o papel essencial de seus clientes na construção de sua história”. “Milhões de clientes serão convidados a se tornarem sócios da empresa, sem nenhum custo, por meio do recebimento de um BDR por pessoa”, foi informado em comunicado.

Dentre as regras para estar apto a se inscrever no programa, a pessoa precisa ser um cliente ativo, não ter conta bloqueada para transações nem estar inadimplente por mais de 8 dias corridos, ter realizado ou recebido pelo menos uma operação em qualquer produto do Nubank nos últimos 30 dias (antes de aderir ao NuSócios) e mais.

Nubank

De acordo com a marca, cada BDR deve ser negociado por um valor de aproximadamente R$ 9,80. Os interessados em receber os BDRs poderão se inscrever a partir do dia 9 de novembro no próprio app do banco.

O “roxinho” informou que os certificados adquiridos pelos clientes só poderão ser negociados 12 meses depois do IPO. Dessa forma, todas as informações sobre critério e elegibilidade dos clientes podem ser consultadas neste site.

Pedidos de registros

Na semana passada, a Nu Holdings já havia oficializado o pedido de abertura de capital nos Estados Unidos e no Brasil. Hoje, a empresa divulgou o protocolo público de pedido de registro na Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) para ter ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) e também na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que permite atuar na Bolsa de Valores de São Paulo (B3).

O IPO começará assim que a SEC e a CVM darem aval ao processo, já que o pedido da empresa passará por uma revisão. “O objetivo do Nu sempre foi, e continuará sendo, ajudar as pessoas a retomar o controle sobre seu dinheiro. Ao entrar na bolsa de valores, o Nubank está abrindo parte do seu capital para que novos investidores se tornem acionistas. Isso pode viabilizar projetos para tornar o Nu cada vez mais completo”, Nubank justificou a decisão.

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