Amazon faz acordo com funcionárias demitidas por ativismo

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Duas ex-funcionárias da Amazon conseguiram um acordo mútuo com a empresa nos tribunais. A dupla alega que foi demitida por ativismo, mais especificamente ao protestarem contra certas práticas da companhia dentro do ambiente de trabalho.

A organização National Labor Relations Board (NLRB) cuidou da defesa de Emily Cunningham e Maren Costa, alegando que a demissão foi ilegal e violou direitos trabalhistas.

Ao todo, a Amazon terá que fazer pagamentos retroativos de valores solicitados pela dupla após a demissão, em números que não foram detalhados. Além disso, a empresa terá que soltar um comunicado interno a todos os colaboradores confirmando que ela "não pode demitir trabalhadores por se organizarem e exercerem seus direitos".

Entenda o caso

As ex-funcionárias trabalhavam há 15 anos na empresa como designers de experiência de usuário e perderam o emprego em abril de 2020. Segundo a marca, o motivo foi "violar políticas internas repetidamente", mas elas alegam que faziam protestos válidos sobre políticas do local de trabalho e questões ambientais.

O grupo integrado por Emily e Maren, chamado de Amazon Employees for Climate Justice, chegou a juntar mais de 8,7 mil pessoas. No começo de 2020, entretanto, denúncias feitas em reportagens já indicavam que a empresa estava ameaçando demitir funcionários que também atuavam como ativistas climáticos.

Com a decisão judicial, a empresa evita um julgamento e talvez até a obrigação de recontratar a dupla. Em declaração enviada à CNBC, a empresa se disse satisfeita por ter encerrado o assunto por meio de um acordo.

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