Crise energética na China afeta Apple, Tesla e outras empresas

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A crise energética na China tem afetado não só os moradores e o comércio local, como também algumas das maiores empresas do mundo que dependem de suprimentos fabricados no país. Apple, Tesla e Toyota estão entre as companhias que já enfrentam problemas relacionados a isso.

No caso da Apple, importantes fornecedores precisaram suspender a produção por conta das restrições do uso de energia promovidas pelo governo chinês, como relatou o Business Insider nessa terça-feira (28). Uma delas é a Unimicron Technology, que paralisou três das suas subsidiárias durante quatro dias na última semana.

A Eson Precision Engineering Company, afiliada da Foxconn, suspendeu a produção durante toda a semana, praticamente. Já a Concraft Holding, que fornece alto-falantes para o iPhone, paralisou as atividades por cinco dias, lembrando que a nova geração do smartphone da Maçã terá as entregas atrasadas devido à nova onda de covid-19 no Vietnã.

Muitas fábricas na China tiveram que paralisar a produção diante da falta de energia.Muitas fábricas na China tiveram que paralisar a produção diante da falta de energia.Fonte:  Unsplash 

Em relação à Tesla, os problemas são causados por três empresas de eletrônicos taiwanesas, também forçadas a interromper a produção em suas fábricas para economizar energia. O CEO da fabricante de carros elétricos Elon Musk disse que esta “é uma preocupação séria”, ao comentar sobre o assunto no Twitter.

Toyota também sofre

Com capacidade para produzir mais de 1 milhão de carros por ano no país, a Toyota também sofre as consequências da crise energética. À Reuters, uma porta-voz da montadora confirmou que as fábricas localizadas em Xangai e Tianjin foram afetadas e que ainda não é possível dizer quando a situação mudará.

A falta de energia na China é relacionada a duas causas principais. Uma delas é a escassez de carvão, cujos preços chegaram a níveis históricos, enquanto a outra está nos cortes de energia para atingir as metas de redução de emissão de carbono para as Olimpíadas de Inverno de Pequim, programadas para fevereiro de 2022.

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