Apple quer que fontes de protótipos roubados sejam entregues

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A Apple intensificou as ações judiciais contra pessoas que vazam detalhes, imagens ou esquemas de produtos da marca, em especial aos que subtraem protótipos de fábricas e vendem ilegalmente os produtos em fóruns, redes sociais e lojas online.

Segundo uma reportagem da Vice, a mais recente empreitada da Maçã envolveu acionar um escritório jurídico chinês, o Fangda Partners, para lidar com o caso.

Em especial, a empresa enviou no mês passado uma carta de "cease and desist" a um vendedor chinês que publicou um anúncio de um protótipo de iPhone — o que significa que ele deve parar imediatamente a atividade e confirme a ação em até duas semanas. Além disso, a companhia quer que a pessoa também revele quem é a sua fonte de fornecimento de dispositivos, possivelmente para que ela também seja denunciada e processada.

Por que isso é ruim?

Segundo a Apple, o comércio de protótipos é especialmente perigoso pois os modelos podem ser usados para criação de desbloqueios dos dispositivos (jailbreaks) ou até o estudo em busca de vulnerabilidades, que podem ser exploradas em cibercrimes. Em outros casos, os modelos são vendidos a preços altos para colecionadores.

As estratégias da Apple para reduzir vazamentos de imagens ou detalhes, além de eventuais furtos de aparelhos, foi bastante reforçada nos últimos meses. Em março de 2021, ela apresentou novas diretrizes de segurança para fábricas e empresas parceiras. Em junho, ela começou a notificar diretamente os responsáveis por postagens em redes sociais que tinham informações exclusivas e que foram obtidas internamente.

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