Tim Cook terá que explicar os casos de trabalho forçado na China

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O CEO da Apple, Tim Cook, está na mira da câmera dos EUA após a recente matéria sobre as fornecedoras da marca serem acusadas de realizar trabalho forçado na China. O executivo foi convidado a prestar esclarecimentos sobre as acusações.

Ken Buck, um dos representantes da câmara, expressou “profunda preocupação” sobre o caso. Então, ele pede que Cook esclareça a relação da gigante da tecnologia com cada empresa listada no artigo publicado pelo The Information.

Cook em uma das visitas a fábricas chinesas de fornecedores da Apple.Cook em uma das visitas a fábricas chinesas de fornecedores da Apple.Fonte:  Apple Insider/Reprodução 

Na carta, Buck exige uma série de informações a respeito das supostas acusações. Por exemplo, a Apple deve fornecer a documentação sobre as auditorias em relação ao trabalho forçado ou abusos de direitos humanos nas empresas citadas.

A marca terá que apresentar uma descrição dos processos que usa para garantir que os parceiros não explorem os funcionários. O legislador também quer saber como serão aplicadas as infrações para as empresas que violarem os direitos humanos.

Por fim, Tim Cook foi convidado a enviar uma resposta até 15 de junho. Embora tenha negado as acusações após a publicação do artigo, a Apple ainda não se pronunciou sobre o pedido de Ken Buck.

Apple encerrou parceria com a O-Film após suposta violação de direitos humanos.Apple encerrou parceria com a O-Film após suposta violação de direitos humanos.Fonte:  VN Express/Reprodução 

As acusações

O The Information acusa sete fornecedoras da Apple de usar trabalho forçado de muçulmanos conhecido como uigures na China. A investigação revela que eles vivem em um dormitório próximo à fábrica cercado por muros e apenas uma entrada.

Em julho de 2020, Cook disse considerar o trabalho forçado “repugnante” e algo “intolerável” durante uma audiência do Comitê Judiciário da Câmera. Na época, o parceiro O-Film estava sendo investigado por suposta violação de direitos humanos.

Há anos, a Apple se compromete a acabar com os abusos dos direitos humanos e as más condições de trabalho nas instalações chinesas. Dessa forma, ela usa um código de conduta para os fornecedores e conduz auditorias regulares.

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