Durante os últimos meses, várias fontes vinham alertando para um possível smartwatch que seria lançado pela Google ainda este ano. De acordo com elas, este não seria apenas mais um relógio inteligente, mas sim um para concorrer com os gadgets da Apple e Samsung, atuais líderes de mercado.

A Google se esforçou para conseguir lançar o Pixel Watch ainda este ano, e até mesmo reformulou o Android Wear, que passou a se chamar Wear OS. Pode parecer pouco, mas uma mudança de nome causa grande impacto no mercado de tecnologia, ou, pelo menos, esse é um dos objetivos.

 O mercado de dispositivos vestíveis nunca foi bom para o Android. Um dos motivos diz respeito ao processador que esses aparelhos utilizavam. Somente em setembro passado é que a Qualcomm lançou o Snapdragon 3100, um chip voltado exclusivamente para smartwatches.

Talvez, pelo lançamento recente, não tenha dado tempo da Google aprimorar e testar o sistema para que ele ficasse 100% pronto até dezembro. O fato é que isso pode não ser uma notícia totalmente ruim: mais tempo investido em testes geralmente resulta num dispositivo melhor, com mais funções e com menor incidência de bugs. Aliás, para um sistema que foi renomeado, uma estreia confiante é imprescindível.

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