A LG anunciou que utilizará mais de um assistente de voz em seus aparelhos da marca ThinQ. Essa decisão inclui a fabricante entre as que já decidiram dar esse suporte múltiplo para as aplicações de comandos de voz.

Os consumidores que comprarem produtos da linha ThinQ poderão escolher se querem usar a Alexa, da Amazon, ou o Google Assistant em seus produtos — ou os dois. Assim, a marca dá maior liberdade para os usuários aderirem à aplicação com a qual tenham maior afinidade, seja com a interface ou com a intuitividade de cada um.

A LG, por ser uma das maiores fabricantes globais, pode influenciar outras marcas a darem essa liberdade de escolha aos seus consumidores, não somente para comandos de voz, mas também para outras funcionalidades, gerando uma integração de serviços mais eficiente.

O que vemos por aí são decisões contrárias a essa, em que a empresa limita o uso de tecnologias, forçando o comprador a se adaptar ao que elas embarcam nos seus produtos. E não é somente em software, mas também em acessórios, como as máquinas de café que só aceitam cápsulas da sua marca, por exemplo. 

Eletrodomésticos, normalmente, têm uma vida útil longa, e alguns chegam a durar mais de uma década na casa do consumidor. Quaisquer funcionalidades ou tecnologias que estão integradas a ele podem se tornar obsoletas facilmente, com o passar dos anos. Afinal, a duração da tecnologia de inteligência artificial é diferente do tempo que um eletrodoméstico dura.

Tendo duas opções, quando uma ficar ultrapassada, a outra dará suporte para as funcionalidades e manterá o produto em uso.

Comandos de voz são usados nesses aparelhos para funções comuns a eles, como fazer gelo, mudar a temperatura, programar o ar-condicionado ou o forno etc. Cada assistente se adaptará às tecnologias que o aparelho tiver disponíveis, podendo ir muito além do básico.

Conte pra gente: na sua opinião, quais produtos poderiam vir com outras opções de softwares?

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