E o acidente com o carro autônomo da Uber continua repercutindo e gerando mudanças na opinião das pessoas e na postura de algumas marcas. A empresa da vez é a Toyota, que afirmou que vai suspender os testes com veículos autônomos em vias públicas.

A montadora japonesa não vai parar essa etapa, visto que o sua direção autônoma, chamada de “Chauffeur”, ainda precisa de verificações práticas e é uma tecnologia promissora, mas elas serão feitas em ambientes fechados em três localidades dos Estados Unidos.

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Questão emocional

A maior justificativa da companhia é o efeito emocional que o incidente pode gerar nos condutores que acompanham o veículo como “motoristas de segurança”. Mesmo que eles não sejam responsabilizados por possíveis acidentes, em situações de emergência ou falta de resposta do carro, são eles que assumem o controle.

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Outras duas grandes montadoras, a Ford e a General Motors, também realizam testes com suas respectivas tecnologias, mas por enquanto não vão parar com a circulação dos carros publicamente. A GM, inclusive, afirmou que os planos de lançar o serviço continuam para o ano que vem, com a ressalva de que a empresa só o fará quando se sentir segura.

Para algumas pessoas, como Missy Cummings, professora de Engenharia da Universidade de Duke, o congresso estadunidense deve estruturar melhor a legislação para evitar que incidentes como o da Uber voltem a ocorrer devido ao fato de a tecnologia ainda não ser madura.

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Mesmo que a tecnologia tenha como propósito e potencial diminuir a quantidade de acidentes de trânsito, a preocupação e as polêmicas ainda causam certo desconforto em grande parte da sociedade. E você, o que acha disso? Deixe sua opinião nos comentários.