A Fórmula 1 é a categoria mais popular e mais glamourosa do mundo do automobilismo, além de, claro, ser uma das mais avançadas tecnologicamente. Especialmente nos últimos anos, a briga das equipes participantes tem sido pela busca daquele detalhe que pode colocar uma delas à frente das demais, seja isso uma pequenina peça aerodinâmica ou um componente do motor.

Sendo assim, a McLaren, uma das equipes que mais vem sofrendo nos últimos anos e que começou 2017 vendo suas companheiras de grid com um rendimento muito melhor, resolveu agilizar um pouco o processo de pesquisa e desenvolvimento do seu time ao incorporar uma impressora 3D como um de seus equipamentos de box.

A máquina é um resultado de uma parceria com a empresa especializada no processo de impressão 3D Stratasys, para produzir peças como linhas hidráulicas reforçadas com fibra de carbono, cabos de rádio, dutos de refrigeração de freios e até mesmo elementos do aerofólio traseiro podem ser criados praticamente em tempo real – e que geralmente levam até semanas para ser feito.

O objetivo é agilizar o processo de produção e teste de novos componentes em vez de esperar que essas peças sejam feitas na sede da equipe, em Woking, na Inglaterra. A impressora é uma Stratasys uPrint SE Plus.

“Nós estamos modificando e melhorando nossos designs do carro de Fórmula 1 de forma consistente, então a habilidade de testar novos desenhos rapidamente é crítico para deixar o carro mais leve e, mais importante, aumentando o número de possíveis configurações que aumentem o desempenho do carro”, explica o diretor de design e desenvolvimento da McLaren, Neil Oatley.

“Se pudermos trazer novos desenvolvimentos para o carro com uma corrida de antecedência – saindo de uma nova ideia para uma nova parte em apenas alguns dias – isso vai ser a chave para que o MCL32 [o carro da temporada 2017] se torne mais competitivo”.

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