De acordo com o MIT Technology Review, que diz ter ouvido "pessoas com conhecimento sobre os planos", a Apple está colaborando com pesquisadores norte-americanos para criar aplicativos que façam testes de DNA.

Esses apps seriam baseados no ResearchKit, uma plataforma apresentada em março e que ajuda cientistas e hospitais a realizar estudos médicos com iPhones ao coletar dados através dos sensores do aparelho ou de enquetes.

Os primeiros cinco aplicativos do ReaserchKit, que estudam de asma a câncer de mama, conseguiram recrutar milhares de participantes em poucos dias, demostrando o alcance de uma linha de aparelhos que já vendeu mais de 750 milhões de unidades.

De acordo com os planos, a Apple não iria coletar ou testar diretamente o DNA, mas isso seria feito através de parcerias acadêmicas. Os dados seriam mantidos por cientistas na nuvem, mas algumas descobertas poderiam aparecer no iPhone dos doadores.

Segredo

A companhia de Cupertino não comentou oficialmente o assunto, mas, segundo uma fonte, a meta da Apple é permitir que indivíduos compartilhem informações de DNA com diferentes entidades, incluindo organizadores de estudos científicos. Claro, nada disso está confirmado, mas a empresa também almeja que os aplicativos estejam prontos até a WWDC, evento para desenvolvedores que será realizado em São Francisco de 8 a 12 de junho.

Segundo o site, a Apple está envolvida de perto com os planos da Universidade da Califórnia (de São Francisco) que quer estudar as causas dos nascimentos prematuros combinando testes genéticos com outros dados coletados pelos telefones de mulheres grávidas. Para participar dos estudos, a pessoa deverá concordar em ter seu DNA testado ao enviar amostras de saliva para laboratórios aprovados pela empresa da Maçã.

Você gostaria de ter seus dados de DNA guardados no celular?

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