O desafio de transição entre gerações de um aparelho é enorme: você precisa ampliar o processamento de modo que o desempenho seja visivelmente melhorado — mesmo que o hardware ou componentes como a tela, exatamente o caso dos novos iPhones, cresçam e naturalmente exijam um chip mais competente.

Apesar das dificuldades, a Apple apresentou com segurança o processador A8, considerado o mais rápido já lançado pela empresa até agora e ideal para reproduzir vídeos em alta taxa de quadros por segundo ou games com gráficos intensos.

Fabricado sob um processo moderno de 20 nm (nanômetros), ele também é econômico: o desempenho ainda faz com que ele seja 50% mais eficiente em gestão de energia do que o antecessor, o A7. Para você ter uma ideia, no iPhone 6 Plus o chip garante 16 dias de bateria no standby.

Mesmo sendo um pouco menor (13%, para ser exato), o novo chip é 25% mais rápido que o processador A7 e com gráficos aprimorados em 50%. Em relação ao primeiro iPhone, a evolução é ainda mais incrível de ser notada: a GPU ficou 84 vezes mais rápida, enquanto o desempenho da CPU cresceu em 50 vezes.

Vale lembrar que, para extrair o máximo desse chip, a Apple já anunciou a API Metal. Há ainda o coprocessador M8, um auxiliar que é pouco mencionado; para dar uma folga ao A8, ele funciona exclusivamente para os sensores (giroscópio, acelerômetro, bússola e o inédito barômetro).

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