Sem muito alarde, na última terça-feira (21) a Apple apresentou um novo tablet para o mercado internacional. Trata-se de um iPad de 9,7 polegadas (que abandona o nome "Air") e chega às lojas internacionais com preços mais baixos do que as gerações anteriores do mesmo aparelho — por aqui, eles vão custar de R$ 2.499 a R$ 2.999 nas versões sem 4G.

E mesmo com o preço mais baixo do que a versão anterior, a Apple promete que o novo iPad vai oferecer aos consumidores "tela mais brilhante". E  como isso é possível — uma vez que o hardware do aparelho é um pouco menos potente do que o visto anteriormente? A resposta está na retirada de alguns componentes do processo.

Para começar, o novo iPad não conta com a mesma "cobertura" laminada que havia sobre o display nas gerações anteriores. Isso faz com que a camada entre painel e vidro fique menos espessa e permita mais passagem de luz, mas o lado negativo está no fato de que isso retirou também a estrutura antirreflexo do tablet da Apple — o que deve ser ruim em ambientes externos.

iPad Pro 12,9" / iPad Pro 9,7" / novo iPad 9,7" / iPad 7,9" (Reprodução/Apple)

Ou seja: a nova geração dos iPads não traz realmente uma tela mais brilhante, mas uma estrutura que permite maior passagem da luz gerada pelo painel. É importante notar também que isso foi bem relevante para deixar a produção mais barata e não deve interferir na resistência das telas vistas nos novos aparelhos.

Será que a ideia foi boa?

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