Universidade de Tel Aviv

Fonte da imagem: Wikipedia

A resistência e a habilidade das baratas impressionam. Mas o que ninguém esperava era que um estudo minucioso do sistema de locomoção desses insetos pudesse inspirar um campo aparentemente tão distante, como a robótica.

Mas de acordo com o Professor Amir Ayali, do departamento de zoologia da Universidade de Tel Aviv, as baratas já foram usadas como base para a construção de robôs, porém, apenas visualmente. Agora, os insetos de seis patas estão sendo estudados internamente para que a “mecânica” e as funções neurológicas das baratas possam ser adaptadas à robótica.

De acordo com o Prof. Ayali, isso forneceria aos engenheiros a informação que eles precisam para criarem robôs com uma construção mais compacta e com eficiência para uso de energia, além de maior robustez e rigidez. Robôs desse tipo poderiam ser usados na exploração de terrenos em outros planetas ou em satélites naturais.

“Os insetos utilizam informações do ambiente ao redor deles para determiner como é que eles devem se locomover. Os sensores dão a eles dados sobre o terreno onde eles se encontram e como eles deveriam considerá-lo ao se locomoverem. A maneira como essa informação é transferida para as pernas dos insetos é fundamental para que possamos copiar a locomoção deles”, afirma o Prof. Ayali.

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