RIP, LimeWire. Ou não?Fonte da Imagem: página oficial do LimeWire

O LimeWire “morreu” no último dia 26 de outubro por um embargo decretado pela justiça norte-americana. Todas as funcionalidades do software — buscas, downloads e uploads — foram proibidas (clique aqui e saiba mais detalhes sobre a decisão e o fim do serviço).

Três semanas após a decisão judicial, o LimeWire mostra sinais de vida na obscuridade. De acordo com o site Torrentfreak, uma equipe secreta de desenvolvimento (nada mais óbvio) assumiu o cliente e o disponibilizou com melhorias e recursos antes exclusivos da versão paga do software.

Uma fonte cuja identidade é mantida no anonimato contou ao site que “em 26 de outubro, os desenvolvedores do LimeWire foram obrigados a desligar os servidores da empresa e a modificar as configurações no cliente a fim de prejudicar a rede Gnutella. Pouco depois, uma horda de piratas subiu a bordo do navio abandonado, remendou as velas, poliu os canhões e o lançou gratuitamente à comunidade”.

A mesma fonte conta que o LimeWire Pirate Edition (LPE), como é conhecido, é melhor do que a versão proibida. Além dos recursos PRO habilitados, a barra Ask foi retirada, todas as configurações remotas foram desabilitadas e todas as dependências em relação aos servidores LLC foram removidas.

A versão, pelo menos por enquanto, só está disponível para Windows e é distribuída em redes de compartilhamento. Ao que parece ser uma afronta a uma decisão judicial, a fonte anônima conclui: “LimeWire Pirate Edition deve funcionar melhor do que a última versão do LimeWire (5.5.10) e deve funcionar por mais tempo. Não há adwares ou spywares: os piratas estão fazendo isso pelo bem da comunidade”.

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