(Fonte da imagem: Reprodução/AshleyMadison)

O site Ashley Madison é famoso por ter construído uma das primeiras redes dentro da internet voltada para relacionamentos extraconjugais. Para que isso aconteça, você cria o seu perfil — de maneira supostamente segura e anônima — e conhece outras pessoas interessadas em apenas em um pouquinho de “diversão noturna”, por assim dizer.

Além disso, uma das características que mais chama a atenção é o fato de que o serviço conta com uma quantidade consideravelmente alta de adeptos, de maneira que você pode encontrar pessoas dos mais diversos perfis. Contudo, parece que parte disso é mentira, como afirma uma ex-funcionária da empresa.

De acordo com a brasileira Doriana Silva, ela foi contratada oficialmente para ajudar na criação da versão brasileira de encontros. Apesar disso, com o passar do tempo, ela reparou que as suas tarefas não condiziam com as funções iniciais. Resumindo a história, o seu trabalho era apenas o de criar perfis falsos para o Ashley Madison.

Uma indenização daquelas bem altas...

A intenção disso tudo era a de engajar usuários homens e heterossexuais para que eles gastassem cada vez mais dinheiro dentro do site, sendo que Silva alegou ter criado mais de mil cadastros falsos. Por conta disso tudo, há mais de um ano a ex-funcionária tem processado a empresa por atitude antiética.

A questão é que a Ashley Madison obrigou a mulher a trabalhar de forma embaraçosa, sendo que ela está requisitando uma indenização de US$ 20 milhões (cerca de R$ 46 milhões). Contudo, o processo ainda não foi decidido, já que a justiça do Canadá, onde o caso está correndo, avaliou que são necessárias mais referências para decidir quem sai ganhando.

E aí, o que você acha de toda essa história?

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