(Fonte da imagem: Reprodução/Associated Press)

Na tentativa de aumentar o número de pessoas que podem navegar pela rede mundial de computadores, o governo cubano afirmou que vai abrir 118 centros de acesso à internet no país. A declaração acontece pouco tempo após Cuba estrear o uso de um cabo submarino que a conecta diretamente à Venezuela.

Segundo os responsáveis pelo gerenciamento desses centros, cada hora de acesso vai custar US$ 4,50 a cada habitante — quase um quarto do salário mensal médio do país, que é de US$ 20. Segundo o vice-ministro das comunicações do país, Wilfredo Gonzalez, em um futuro “relativamente breve” os habitantes locais também vão poder ter acesso à internet através de dispositivos móveis.

“Essa é uma grande oportunidade. Algo mínimo por enquanto, mas é importante que exista”, afirmou à Associated Press o artista Ariel Valdes. Apesar dos custos elevados, o número de pessoas que já aproveitaram os centros de conexão montados pela empresa de telefonia Etecsa é grande.

Além de realizar pagamentos baseados no tempo de uso, os cidadãos do país também podem fazer assinaturas permanentes que acompanham uma conta de email. “Para nós, esse é um serviço que abre portas para a internet e para muitas informações que eram difíceis de obter anteriormente”, declarou o dentista Alberto Tamargo.

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