Hoje lidamos com o computador a partir dos mais variados tipos de ações. Ligamos a máquina, colocamos nossa música preferida para baixar, entramos em um mensageiro instantâneo e acessamos os sites de que mais gostamos.

Teclado e mouse são as ferramentas que fazem com que o computador compreenda essas ações (clicar no ícone da Área de Trabalho, digitar o endereço do site na lacuna correta) e atue de modo a contemplar nossas necessidades, o que infelizmente em muitos casos não acontece.

O que ocorre hoje?

A partir de algumas configurações e memorização dessas entradas, a máquina aos poucos aprende um pouco mais sobre nós. Alguns navegadores memorizam os sites que mais usamos e os termos que utilizamos em nossas buscas, o mensageiro permite que nosso login seja feito de forma automática e “coincidentemente” passamos a receber ofertas em nosso email muito semelhantes às pesquisas por produtos que fizemos na semana passada.

Hoje ainda há falta de interação entre homem e máquina.

Este molde de aprendizado, que na realidade é feito a partir de duas hipóteses (sim e não,  o que gostamos e detestamos, quais sites mais vemos e quais nunca entramos) é algo que passou a ser repensado pelos estudiosos da área.

O desafio é fazer com que a máquina entenda os “porquês” das avaliações que damos a ela. O computador deverá aprender as causas e conseqüências de suas ações, para passar a agir de acordo com as expectativas de seu usuário.

Sistemas operacionais

Toda essa proposta não será viável se não houver um sistema operacional que crie um ambiente de compreensão mútua entre humano e computador. A ideia se torna ainda mais complexa se levarmos em consideração que erramos muito diariamente, o que demanda que a máquina esteja preparada inclusive para nos ajudar nesses erros.

A interface de uso dos computadores evoluiu muito nos últimos anos. Os novos sistemas operacionais realizam dezenas de tarefas por conta própria, sugerindo ações e em muitos casos dando sua opinião sobre o que fazemos em frente à tela.

É preciso que nossas experiências pessoais sejam assimiladas pelo computador, que passará a conhecer um pouco mais sobre quem é o usuário X ou Y e quais as suas diferenças. A partir daí, com o avanço da semântica e de outras áreas inerentes a esse progresso, a inteligência artificial poderá começar a ser tratada realmente como seu próprio nome sugere.

Computadores inteligentes

Se hoje pesquisamos por “viagem à Buenos Aires”, recebemos como resposta da máquina os sites mais indicados que contemplem essas duas palavras e nada muito além disso. O objetivo de um computador inteligente - que aprenda com nosso uso - conectado a uma rede mundial melhor organizada é entender o que realmente essa expressão significa.

O computador cada vez mais disposto a ajudar.

Desta forma a máquina será capaz de traçar rotas para a sua viagem, indicar quais vôos ocorrerão nos próximos dias, além de hotéis e restaurantes na região. Isso tudo será feito baseado nos tipos de comidas e estadias que você procurou pela internet nos últimos meses, de quanto você ganha e diversos outros fatores que o PC aprendeu durante a troca de experiências que tiveram um em frente ao outro. Essa é a interação ampliada, inteligente e bem mais satisfatória.

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