Depois de ter sua imagem associada ao massacre ocorrido na Nova Zelândia, o youtuber Felix Kjellberg, mais conhecido como PewDiePie, se manifestou publicamente e solicitou o fim do meme “Subscribe to PewDiePie”. Segundo ele, o movimento que favoreceu seu canal no YouTube deveria ter acabado desde o fatídico dia.

O triste dia marcado pela intolerância religiosa atingiu a reputação do maior youtuber do mundo. Em meio aos seus atos tenebrosos, o terrorista citou a frase viral “Subscribe to PewDiePie” (ou “Inscreva-se no PewDiePie”) e, imediatamente, a mídia mundial tomou conhecimento sobre o fato e associou o sadismo do criminoso com a influência de Felix Kjellberg em seus seguidores.

Altos e baixos

Embora concorde que o movimento tenha proporcionado ações bastante criativas entre fãs e outros criadores de conteúdo, Felix está ciente que a popularidade do meme pode, infelizmente, atrair más pessoas, e o massacre na Nova Zelândia não foi o primeiro ato criminoso associado ao viral: em março, um memorial da Segunda Guerra Mundial foi vandalizado com as mesmas referências ao canal.

O youtuber confessa que ter seu nome associado ao massacre o afetou mais do que aparenta e até então tinha evitado expor seus sentimentos para não contribuir com a fama do terrorista. No entanto, ele concluiu que o meme precisa acabar antes que mais coisas ruins aconteçam.

Líderes de torcida do time de basquete BC Zalgaris pedem para que as pessoas se inscrevam no PewDiePie. (Fonte: PewDiePie/Reprodução)

Além disso, Felix diz que decidiu bloquear os clipes musicais que caçoam de seu maior concorrente, o canal indiano T-Series, materiais que foram bloqueados na Índia por possuírem piadas racistas, segundo o governo indiano.

No fim do vídeo, PewDiePie demonstra orgulho pelas grandes vitórias conquistadas por sua comunidade e pelas boas ações praticadas, como doações para associações de caridade, artes incríveis e o enorme apoio de quem o acompanha.