"Tem uma série de forças competitivas que, em algum momento, precisa se ajustar". Essa frase de Fabio Coelho, presidente da Google Brasil, deixou claro que a posição da companhia na briga entre o WhatsApp e as operadoras é a do diálogo. Segundo as informações do Olhar Digital, o executivo acredita que é necessária uma discussão, mas "sem paixão" entre as empresas envolvidas.

Coelho disse que um acordo é necessário, mas o consumidor não pode sair prejudicado. Na visão da Google, "sempre vamos buscar ser pró-mercado", disse. Se você não lembra direito a briga que está acontecendo entre o app e operadoras, pode clicar aqui para entender melhor.

Ainda sobre isso, o executivo comentou que as empresas de telecomunicações já recebem uma quantia por causa do aplicativo: "Quem trouxe o WhatsApp para dentro das plataformas foram as próprias companhias, que cobram por isso por meio de planos de dados".

A operadora mais incisiva sobre o mensageiro é a Vivo, que já acusou o app de pirataria. Agora, todas as empresas de telecomunicações vão questionar a legalidade do WhatsApp junto à Anatel. O caso alegado é de prática de concorrência desleal.

Vai sobrar para a Google também?

O ministro das comunicações, Ricardo Berzoini, colou o YouTube na lista de serviços "Over the Top". O que isso significa? Que a plataforma de vídeos está sendo acusada de sobrecarregar a internet brasileira por causa do grande volume de tráfego. Berzoini busca regulamentar o serviço.

Sobre o caso, Fabio Coelho disse que a Google paga todos os impostos no Brasil. "Somos uma empresa de tecnologia que é tributada como tal", completou.

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